Guia Deathloop: Dicas, Truques, Segredos e Requisitos Mínimos

22/9/21

Uma ilha misteriosa, uma antagonista cômica e irritante, assassinatos, tiroteios e magias diferenciadas. Mais novo game da Arkane Studios, Deathloop reúne tudo isso e muito mais em um jogo cuja proposta principal é se passar em ciclos, em que o mesmo dia se repete sempre que o personagem principal é eliminado, mas as missões continuam.

Anunciado durante a E3 de 2019, Deathloop foi vendido com a proposta de utilizar algumas das melhores mecânicas do controle Dualsense do Playstation 5. No entanto, o game não se limita apenas a isso, e se destaca por ser extremamente divertido, com uma história que cativa pelo humor, boa jogabilidade e pelo desafio das muitas missões - as quais podem ser feitas de diversas maneiras diferentes.

O game foi lançado oficialmente no dia 14 de setembro para duas plataformas: Playstation 5 e Microsoft Windows (PC). Depois de um ano, o jogo deverá perder a “exclusividade”, chegando também ao Xbox Series S. Até lá, a expectativa é de que ele apareça em diversas premiações, visto que é uma das gratas surpresas do ano.

Apresentando novos desafios a cada ciclo, Deathloop conta com uma história intrigante que pode ser facilitada pelos rumos que você vai tomando na gameplay. Para isso, é preciso entender não apenas a mecânica do jogo como, também, sacar quais são os seus objetivos logo de cara.

Dito isso, pegue logo o seu caderno de anotações ou abra o bloco de notas do celular e venha conferir mais sobre o guia completo de Deathloop.

Você conhece a desenvolvedora de Deathloop?

É possível ter uma ideia de como é Deathloop enquanto estética, gameplay e história apenas olhando para as empresas que estão por trás dele. O game foi desenvolvido pela queridinha Arkane Studios, responsável pelos dois jogos da saga e também por Prey.

O jogo bebe bastante da fonte de Dishonored, principalmente por ter sido desenvolvido pelos principais idealizadores dos dois games. Por isso, apresenta mecânicas de tiro em primeira pessoa bem semelhantes, assim como a ideia de um gameplay um tanto quanto frenético, com escaladas, poderes mágicos e ações de furtividade.

No entanto, as claras inspirações de Deathloop não param por aí. O game também traz um pouco da essência apresentada em outros títulos de tiro em primeira pessoa lançados pela Bethesda, que é a distribuidora do jogo, como a saga Wolfstein, por exemplo, e até mesmo um pouco de Fallout.

Por fim, o jogo acaba misturando um pouco de todas as referências para lançar uma obra não tão original, mas que ainda assim consegue aperfeiçoar todas as mecânicas de seus antecessores e colocar um destaque a mais com a proposta de ciclos. E agora é hora de conhecer um pouco mais sobre a história do game.

A história de Deathloop: o início

Deathloop tem como personagem principal Colt, um homem que acorda sem se lembrar de praticamente nada em uma misteriosa praia localizada na ilha de Blackreef. Como se a ressaca e a amnésia não fossem o suficiente, ele descobre ainda que está em um ambiente hostil, visto que todas as pessoas do local estão tentando lhe matar.

No entanto, sempre que é eliminado, Colt acaba retornando para a praia onde acordou. Isso porque ele está inserido em uma anomalia temporal que faz com que o mesmo dia se repita sempre que morre. Mas, apesar do jogador perder todos os seus itens sempre que isso acontece, o personagem permanece com as informações que aprendeu no ciclo.

A cada reinício, Colt vai entendendo o que é a ilha de Blackreef e quais os mistérios que ela guarda. O local é nada mais nada menos do que um lugar onde as pessoas podem festejar a vontade pelo resto de suas vidas, tocando o terror sem medo de consequências - visto que estas não existem graças a repetição do ciclo.

A missão do nosso personagem, então, é quebrar o ciclo para finalmente poder fugir da ilha. Para isso ele terá que matar oito pessoas específicas antes que o dia reinicie. Chamadas de Visionários, essas pessoas são responsáveis por manter o ciclo temporal. Uma delas, inclusive, é a principal antagonista do game: Julianna Blake.

A história de Deathloop: a antagonista

Nós conhecemos a antagonista da história principal de Deathloop logo na primeira cena do jogo. Julianna está metendo o facão em nosso peito, enquanto tenta tirar algumas informações. Colt, sem entender absolutamente nada, acaba não sendo útil para a personagem, que o mata - dando início ao primeiro ciclo.

Se o objetivo de Colt ao longo do jogo é quebrar o ciclo, o de Julianna é justamente o oposto, ou seja, mantê-lo. Uma das Visionárias responsável pela dinâmica da ilha de Blackreef, a antagonista faz de tudo para que nosso personagem seja morto e não consiga dar sequência ao plano.

Para isso, ela vai utilizar as mais diversas ferramentas. Julianna atua mais ou menos como o nosso personagem, em termos de movimentação, em combates com armas brancas e de fogo. No entanto, ela também é responsável por alertar o pessoal sobre a existência de Colt e fazer com que sejamos caçados.

Apesar de ser um verdadeiro pé no saco em muitos momentos, a antagonista é justamente quem faz a dinâmica do jogo funcionar. Ciente de que também está presa em um ciclo e de que o nosso personagem sabe disso, ela desenvolve um relacionamento extremamente engraçado com Colt, com diálogos cômicos e que ajudam a desenvolver a narrativa.

Como Julianna dita a dinâmica de Deathloop

Fãs da saga Resident Evil irão se lembrar do quão aterrorizante era saber que, no terceiro game da franquia, Nemesis poderia surgir a qualquer momento para atrapalhar os planos. Essa premissa, de um antagonista que surge quando menos esperamos, também é utilizada em Deathloop - mas em um nível ainda acima.

Isso porque Deathloop conta com um modo multiplayer em que outros jogadores podem assumir o papel de Julianna em tempo real, enquanto você segue fazendo suas missões. Com isso, enquanto você precisa planejar as maneiras de acabar com os Visionários, também tem que se preocupar com um jogador que está atrás do seu personagem.

Essa mecânica torna o jogo muito mais frenético e até mesmo tenso em alguns momentos, visto que o game não tem tela de pause. Sendo assim, você está sujeito a ataques, sejam dos outros NPC’s de Deathloop ou da própria Julianna a toda hora, sem possibilidades de uma pausa para ir ao banheiro sem correr riscos.

Sendo assim, a antagonista praticamente dita a dinâmica do jogo, visto que pode ser uma algoz jogável - inclusive por nós, em outros modos. No entanto, saiba que é possível habilitar somente o modo singleplayer, em que Julianna será controlada por um bot - que também atrapalha a nossa vida.

Um gameplay baseado em estratégia

Por mais que seja um jogo de tiro em primeira pessoa, Deathloop foge bastante dos tradicionais títulos do gênero como Call Of Duty, por exemplo. Isso porque ele é um jogo focado em estratégia e narrativa e, para entender mais sobre, é preciso compreender como funcionam os ciclos da gameplay.

O objetivo de Colt é matar os oito Visionários. No entanto, cada um desses personagens tem uma rotina específica, que se desenvolve em lugares diferentes que serão ditados pelo período do dia. Sendo assim, só é possível encontrar esses alvos em alguns momentos específicos do dia.

O dia de Deathloop é dividido em quatro horários: manhã, meio dia, tarde e noite. Além disso, o game conta com quatro áreas que podem ser exploradas em diferentes períodos do dia: Updaam, O Complexo, Baía do Karil e Fristad Rock. Sendo assim, temos nada mais nada menos do que 16 cenários diferentes no jogo.

Acontece que a rotina dos personagens que tentam nos matar, os Eternalistas, também pode variar bastante. Dessa forma, é preciso traçar uma estratégia para poder acessar locais específicos em determinados períodos do dia, para conseguir matar os alvos, e ainda estar sujeito a alternâncias de rotinas dos personagens e da própria Julianna.

Em Deathloop, “apenas busque conhecimento”

Talvez o melhor mentor para uma boa gameplay em Deathloop seja o famoso ET Bilu, com o seu conselho “apenas busque conhecimento”. Afinal de contas, visto que o game se desenvolve em ciclos e que você precisa entender a rotina de seus alvos e do próprio mapa, é preciso estar atrás de informações a todo o momento.

O game da Arkane Studios não funciona muito bem se você apenas ficar tocando o terror a todo o momento, sem buscar conhecer mais sobre a história e dinâmica dos personagens. Dessa forma, você acabará ficando preso em alguma parte do mapa ou até mesmo sem saber para onde ir para conseguir cumprir o seu objetivo.

Em Deathloop, é preciso aproveitar os ciclos para buscar o máximo de informações possíveis. Sendo assim, você terá que ler documentos que estão espalhados pelos mapas, decorar algumas sequências de programações, descobrir a relação entre alguns personagens e cumprir alguns objetivos secundários.

Tudo isso para juntar o máximo de informações possíveis que te leve a caminhos mais fáceis até os Visionários, para ser melhor no próximo ciclo. Em alguns momentos, inclusive, você terá que ouvir o diálogo entre Eternalistas para saber onde está tal personagem e descobrir que sua rotina mudou, por exemplo.

Além disso, Deathloop traz detalhes bastante interessantes que se relacionam com a história. Por estar com amnésia, Colt não reconhece a face dos Visionários que precisa matar em um dia e, por isso, precisa se guiar por documentos e diálogos que transmitem as características.

Os movimentos, armas e poderes de Deathloop

Por mais que não seja um mapa de mundo aberto, tão grande quanto Read Dead Redemption II, o ambiente de Deathloop é perfeito para a proposta do jogo. A alternância de períodos do dia faz com que cada um dos lugares tenha uma dinâmica diferente em determinado horário, e isso influencia também na gameplay.

Para cumprir seu objetivo, nesses lugares, Colt pode tanto andar por telhados quanto se esconder nas sombras de prédios ou entrar pela porta da frente e tocar o zarolho. Com isso, ele pode fazer ataques a distância, chamar a atenção, fazer movimentos furtivos ou até mesmo passar despercebido pelos Eternalistas.

Para isso, o personagem precisa estar munido de algumas habilidades que irão lhe permitir traçar melhores estratégias. Sendo assim, para conseguir traçar melhores rotas e caminhos para eliminar os oito Visionários e quebrar o ciclo de repetição do dia, é importante entender como funciona cada uma das armas e poderes.

1.    Armas de fogo curtas

São simples, não tem tanto poder de fogo, e pode-se utilizar uma em cada mão. O alcance não é tão grande e, quando utilizamos as duas, a mira acaba ficando mais comprometida.

2.    Arma de pregos

É uma das armas silenciosas do jogo, ótima para ataques furtivos e de curta distância. Excelente para jogatinas stealth, quando é preciso matar um ou outro personagem em um mesmo ambiente sem que os demais descubram.

3.    Espingarda

É uma das armas para tocar o zarolho - mas a curta distância. Tem um bom poder de fogo e é ótima para quando os inimigos estão próximos e são muitos no mesmo ambiente. Tem uma mira mais ampla.

4.    Hackmajig

É uma ferramenta que serve para diversos objetivos dentro do jogo. Ela lhe ajuda tanto a acessar portas que estão trancadas quanto a hackear torretas e, até mesmo, criar distrações em alguns pontos do mapa.

5.    Metralhadoras

Outra arma excelente para quem quer, em alguns momentos, partir para aquela gameplay nada furtiva com tiroteios para todos os lados. Ótima para ser utilizada quando temos muitos inimigos em um mesmo ambiente.

6.    Rifles

Causam bastante danos aos inimigos e, por isso, são excelentes em várias ocasiões. Possuem uma distância de tiro média, então são ótimas em combates em que há possibilidade de proteção. São mais lentas para carregar do que as metralhadoras, então, não são tão boas para se utilizar em ambientes com muitos inimigos próximos.

7.    Machete

O famoso facão, presente também em Dishonored, é excelente para ataques curtos e fatais. Pode ser muito bem utilizado em jogatinas furtivas, em que não se pretende alertar os demais inimigos do cenário.

8.    Submetralhadoras

As submetralhadoras possuem a mesma dinâmica das metralhadoras tradicionais, mas são um pouco menos letais. São mais leves e, por isso, pode-se empunhar uma em cada mão - o que aumenta e muito a frequência de tiro.

9.    Sapper Charge

São granadas que podem ser utilizadas como mina, disparadas quando os inimigos estão próximos ou pisam em cima. Ideais para criar estratégias de destruição dentro de um cenário, matando vários inimigos de uma só vez.

10.  Torreta automática

São “metralhadoras” que você programa para lhe ajudarem no caminho. São ótimas em algumas estratégias, visto que lhe ajudam a combater os vários inimigos quando posicionadas da maneira correta.

Além das armas, em Deathloop o personagem também pode desbloquear algumas habilidades por meio das placas, que são encontradas em diversos pontos de Blackreef. Com isso, conseguimos novos movimentos e, também, poderes diversos - no melhor estilo Bioshock e Dishonored. Confira:

Aether

Habilidade em que Colt fica visível para alguns inimigos, lasers e até mesmo Visionários. Será essencial, muitas vezes, para ouvir conversas entre personagens e até mesmo para ações furtivas.

Havoc

Sempre que o nosso personagem recebe um dano ele o absorve, podendo descarregá-lo em uma explosão. Bom para ambientes com muitos inimigos, em que ficamos sujeitos a muitos tiros e podemos acertar vários Eternalistas de uma só vez.

Karnesis

Habilidade em que podemos simplesmente arremessar os inimigos. É não apenas bastante divertido como bem útil em algumas ocasiões, e pode ser utilizado em diferentes tipos de estratégias.

Nexus

Através dessa habilidade, os inimigos criam um vínculo e acabam tendo o mesmo destino. Sendo assim, se um sofre o dano, o outro também. Se é arremessado, o outro também. Se morre, o outro também.

Reprise

É uma forma de burlar temporariamente o ciclo. Permite que o Colt morra duas vezes antes do dia reiniciar por definitivo. Se morrer uma terceira vez, aí o loop recomeça novamente. É ótimo para ser utilizado em fases muito difíceis, em que ficamos expostos a danos por muito tempo.

Shift

Permite que você possa se teletransportar de um lado para o outro pelo ambiente. É excelente em algumas estratégias, tanto furtivas quanto de grande combate, para diversificar os ataques.

E por último, podemos citar também os Berloques. Esses são itens que ajudam a dar um upgrade tanto nas armas, poderes ou habilidades naturais do nosso personagem. Confira:

Big Box

Permite que o Colt possa carregar mais munição no pente das armas. Upgrade básico, mas que faz toda a diferença em muitos momentos.

Cat Fall

Como o próprio nome já diz, permite que o personagem possa cair como um gato, ou seja, sem sofrer tanto dano. É útil em momentos em que temos que caminhar pelos telhados, por exemplo, ou por lugares mais altos, em que estamos sujeitos a quedas fatais.

Crack Shot

O tempo para que o nosso jogador possa mirar é diminuído. Dá mais dinâmica ao game, tornando os combates mais rápidos.

Creeping Death

Faz com que o nosso personagem possa se movimentar de forma mais silenciosa, sem alertar os demais inimigos. É excelente e totalmente necessária para muitas das ações em furtividade.

Hipster

Nosso personagem passa a ter maior precisão ao atirar no quadril dos inimigos. Excelente para combates rápidos.

Lightning Strike

Cria um aumento na distância necessária para dar o dano máximo com sua arma. Sendo assim, se antes a espingarda tinha força total há um metro, agora pode ter a um metro e meio - por exemplo.

Juiced Up

Permite que Colt tenha a sua capacidade máxima de vida aumentada. É um dos upgrades mais essenciais do jogo.

Mind Leech

Faz com que os inimigos percam poder e sofram dano quando atingidos. Upgrade básico, porém, bastante útil.

Perforator

Como o próprio nome já indica, permite que as balas atravessem os inimigos. Excelente quando temos mais de um inimigo na mira ou quando estão todos muito próximos.

Pulo Duplo

Com esse upgrade, podemos pular duas vezes no ar (mas quem diria). Movimento básico, mas, também, bastante necessário.

Shock Absorber

Reduz o recuo da arma, o impacto que ela dá quando atiramos. Outro upgrade relativamente básico, mas excelente.

Silence Death

É um dos melhores upgrades para quem quer jogar de maneira completamente furtiva. Com ele, podemos colocar silenciadores em todos os equipamentos.

A estética genial de Deathloop

Deathloop é um game que consegue acertar muito bem em diversos pontos, até mesmo inovando em outros, e por isso entra para a lista de melhores da geração até o momento. Um dos grandes destaques do jogo é justamente a estética, tanto dos personagens, quanto das armas e, principalmente, dos ambientes.

Por mais que a estética do game não seja a mais original de todos os tempos, ela é bastante competente e, de fato, faz com que o título fique muito mais interessante. O jogo traz um ambiente retrô futurista inspirado nas décadas de 1950 e 1960, com estruturas bastante típicas da época, mas, ainda sim, intimistas.

Apesar de beber bastante da fonte de Dishonored e Bioshock para a criação dessa estética, Deathloop se destaca ao trazer ambientes mais coloridos e menos nublados ou tristes, como o dos jogos citados. Sendo assim, ele consegue aproveitar muito bem a estética retrô e, ainda sim, brincar com toda a iluminação futurista.

Vale destacar ainda que, por mais que não seja o melhor gráfico da geração, que ainda não mostrou tão bem o upgrade em comparação com os consoles anteriores, Deathloop também é bastante bonito. Tudo graças a ambientação, estruturas, estética das armas e personagens que deixam o mundo do game muito mais atraente.

Deathloop tira o melhor do Playstation 5

Por mais que não seja totalmente exclusivo do novo console da Sony, Deathloop consegue aproveitar muito bem e tirar o seu melhor do Playstation 5. A começar pelas telas de loading que, apesar de serem mais frequentes do que se gostaria em alguns casos, são bem rápidas graças a tecnologia do aparelho.

No entanto, talvez o grande diferencial do jogo para o console seja justamente a forma como ele se relaciona com o controle Dualsense. Não é segredo para ninguém que uma das grandes inovações da Sony com o Playstation 5 foi a dinâmica do controle, que tem uma textura única e conta com uma mecânica de vibração completamente imersiva.

Sendo assim, Deathloop faz um excelente uso desse recurso a partir do momento que se propõe ser um jogo com grande variedade de armas e modos de ataque. Dessa forma, com o controle, você consegue sentir cada movimento, impacto do tiro e até mesmo a cadência do mesmo através do Dualsense.

Além disso, uma das tecnologias apontadas pela equipe de desenvolvimento do jogo ainda no ano passado e que se cumpriu foi a mecânica de travamento do gatilho. Sendo assim, sempre que a sua arma emperrar, você não conseguirá pressionar o gatilho de atirar do Dualsense - o que é demais.

Já no PC....

Se para Playstation 5 Deathloop está rodando a mil maravilhas, para computador, nos primeiros dias de lançamento do jogo, não se pode dizer a mesma coisa. Em publicações no Reddit, Steam e Resetera, jogadores estão relatando diversos problemas em relação a versão do game para Microsoft Windows.

A grande maioria dos problemas está relacionado à questões visuais - que acabam interferindo na jogabilidade também. Um deles é a questão da queda na taxa de quadros do jogo, assim como travamentos do mouse, que ocorrem principalmente em partes mais frenéticas do game.

Além disso, há também relatos de problemas referentes a perdas de saves no jogo na versão para computador. Uma das soluções apresentadas em fóruns para diminuir a incidência desses travamentos no PC é reduzindo as configurações de qualidade ou, até mesmo, travando as taxas de FPS.

Recentemente, a Bethesda informou que já está investigando os problemas do game para possíveis soluções. Um dos funcionários da Arkane respondeu em um fórum de discussões que a empresa também está ciente dos problemas de travamento e que trará atualizações para correção assim que possível.

A recepção do público e crítica

Deathloop foi muito bem recebido pela crítica especializada, sendo considerada até mesmo uma “obra de arte” pela IGN estrangeira, que avaliou o jogo em 10/10. Outros grandes sites de games também exaltaram o título da Arkane e Bethesda com nota máxima, como foi o caso da Gamespot e The Gamer.

No Metacritic, um dos principais sites de avaliação de games, o jogo também recebeu uma nota altíssima por parte da crítica. Tanto na versão para PC quanto para Playstation 5, o título recebeu a nota 88 de 100, o que fez com que ele ficasse entre os 10 melhores avaliados dos últimos meses no site.

No entanto, a recepção do público não foi tão boa quanto a da crítica em ambas as plataformas. Na versão para Playstation 5, no Metacritic, o game está com uma nota de 6,1 de 10, baseada até então em pouco mais de 400 avaliações do público. Acontece que para PC a situação é bem diferente.

No Metacritic, a versão para computador está avaliada em 4 de 10 pelos usuários, nota feita com base em pouco mais de 160 reviews. Muitos usuários seguem reclamando dos problemas de travamento do jogo no PC, o que acabou fazendo com que a nota despencasse no site.

Onde encontrar Deathloop para vender

Para Playstation 5, Deathloop está disponível para venda em versão física em diversos sites de varejo do país. Já a versão digital também já está disponível na PSN, com o preço base para lançamentos da plataforma.

Já a versão para computador está disponível na Steam. O site coloca ainda os requisitos para poder rodar o game de duas formas.

Nos requisitos mínimos, o game requer um sistema operacional de 64 bits, com Windows 10, processador Intel Core i-5 8400 2.80GHz, ou AMD Ryzen 5 1600. Além disso, exige uma memória RAM de 12gb, uma placa de vídeo Nvidia GTX 1060 de 6gb ou AMD Radeon RX 580 de 8gb.

Já nos requisitos recomendados muda bastante coisa. O processador deve ser um Intel Core i7 -9700K de 3.60GHz ou um AMD Ryzen 7 2700x. É preciso ter 16 GB de memória RAM e uma placa de vídeo Nvidia RTX 2060 de 6GB ou AMD Radeon RX 5700 de 8GB. Em ambas as recomendações, é necessário 30gb de armazenamento.

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Por: PhMordred

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